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O dinheiro está difícil de ganhar

Fonte: Revista Claudia, Carreira e dinheiro

O dinheiro está difícil de ganhar

Mas não podemos mais deixar o lado bom da vida para amanhã. A busca de equilíbrio entre o profissional e o pessoal, o dilema é quase uma obsessão.

O ser humano gosta muito de ganhar dinheiro e dos frutos que vêm da moeda. O economista e escritor Eduardo Giannetti, que também participou do fórum, afirma que o dinheiro ajuda a buscar espaço na mente e no coração dos que nos cercam. "O desejo do ser humano é conquistar a atenção, o respeito e a afeição do outro." O problema, aponta Giannetti, é que, à medida que a sociedade e as famílias prosperam, o dinheiro perde a dimensão das necessidades básicas e vira um instrumento de valorização pessoal. "Homens e mulheres estão igualmente envolvidos na mesma armadilha, obcecados pelo crescimento da renda, participando da corrida armamentista do consumo", diz ele. Precisamos trabalhar cada vez mais também porque gastamos com o supérfluo e em excesso.
O APEGO E O HOLÍSTICO
No mais inovador dos cenários, o dinheiro ganha caráter holístico: é indivisível, não exerce função única, carrega possibilidades de transformação, conforto material, psicológico e - por que não? - espiritual. É dessa forma que alguns defensores da economia verde imaginam nossa relação, em breve, com o consumo e o dinheiro. "Se ele apenas paga contas, compra sapatos ou se acumula, fica esvaziado de sentido", explica Verônica Marques, gerente de comunicação, desenvolvimento e mobilização de recursos do Fundo Elas, no Rio de Janeiro. "Ele abarca outros valores quando vem casado com direitos e provoca mudanças de longa duração."
No mundo dos negócios imperam as metas, o desafio de dobrá-las em um ano, quadruplicar no seguinte. O elástico se esticando afeta tanto homens como mulheres, segundo Cesar de Carvalho Bullara, diretor da área de gestão de pessoas e professor do ISE Business School, em São Paulo. "Por causa da maternidade, elas acabam sofrendo em doses maiores que eles", afirma.

BALANÇA CRUEL
Bullara lembra que as pessoas podem e devem ter como objetivo de vida crescer na carreira, galgar postos e ser bem remuneradas. Mas isso não é o mesmo que ter um projeto de vida. "Quando falamos em projeto, consideramos três dimensões: pessoal, familiar e profissional. Na dinâmica estabelecida nas corporações, é difícil manter a equanimidade. Em geral, uma delas sobressai e prejudica as outras." Em parte, porque as empresas, como ressaltou Eneida, não evoluíram.
O ISE coordenou no Brasil um estudo que mediu o nível de conciliação entre emprego e família, numa parceria com o International Center for Work and Family (ICWF), sediado na Espanha. A mesma pesquisa foi realizada em outras 21 nações - entre elas Canadá, Bélgica, Itália, Portugal, Argentina, Peru, Chile e Filipinas. O resultado, ainda inédito, é apresentado em quatro patamares. A graduação vai de desfavorável (quando o ambiente dificulta a harmonização) a enriquecedor, que permite aos funcionários trabalhar bem, cuidar da família, ter tempo para o lazer e o autoconhecimento. No quadrante mais alto, o enriquecedor, nosso país aparece com 8%, enquanto a média geral é 14%. As práticas invasivas - como ligar para o funcionário nos fins de semana e nas férias e disputar o tempo que ele dedicaria à convivência doméstica e aos assuntos privados - colocaram o Brasil com 55% no quadro desfavorável, ante a média de 42%.

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